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Tenho uma forte impressão, não pior, tenho uma intuição,não, é mais que isso. O fantasma de uma vidente ulcraniana está soprando dizeres e pensamentos nos meu ouvidos. Sim é isso.

Não sei, mas há um sensação esquisita no ar, eu eu aredito que isso está precedendo algo grande, algo terrível. Parece maluquice, teoria da conspiração, etc. Mas é o que eu sinto.

Não darei detalhes pois não os tenho, é mais um sentimento do que algo concreto. De modo bem direto: Guerra à vista.

Não estou falando das carnificinas do oriente médio que nunca param, estou falando em escala global. Eu acredito que a tão temida, tão evitada, mas não sepultada terceira guerra mundial está por começar.

Onde você que estar quando isto acontecer? Com quem você quer estar quando isto acontecer?

Não é lógico, nem sensato, mas o senhores da guerra pouco usam da lógica ou sensatez. 

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Sobre gatos, universo e carreiras

Ladainha de sempre, faz tempo que não apareço, bla bla bla.

Por falar em bla bla bla, escrevi estas palavras na minha tese: bla bla bla, quase morri de vergonha!

Pois é, mas não é sobre minha tese que eu escrevo hoje, nem minha falta de laço. Venho aqui destilar qualquer coisa que se passa por esta mente.

Pois então, vida encaminhada, é verdade. Coração anda batendo feliz, parece que finalmente encontrei o que me faltava, e apesar de isto me assustar um pouco, tem sido bom, tem sido ótimo, acredito que vai continuar sendo. A vida compatilhada não é aquele bicho, pelo menos se é, é daqueles que vc te vontade de morder de tanta fofura. Tenho um amor para vida toda sim.

Hobbies? Cuidar de uma gata esquisita, que adotei a tres meses atrás, e minhas plantas que insisto em cultivar em um cantinho que me resta. Parece que fui um jardineiro em alguma de minhas vidas passadas, ou universos paralelos, ou coisa parecida. Filosofar conta? Não sei se chega a categoria de Hobbie.

Mencionado antes a tese, finalizada, defendida, corrigida e sendo publicada em artigos, nada mal, na verdade tudo belezoca [acho que isso é bem antigo]. Mudei de ares, os mares meridionais não me pertencem mais, e ando agora pela maior selva de pedra do Brasil. Por mais que todos digam que é horrível, possui muitos encantos, e, para viver feliz aqui, é só simplificar: morar perto do trabalho, não possuir carro, usar o transporte público, aquela coisa sustentável e gostosa de ser.

Emprego novo: Tudo lindo, instituição renomada, muita ciência, muito trabalho, muito trabalho, trabalho mesmo. Do tipo: Agenda, reuniões, orçamentos, cartão de visita, escritório, time a gerenciar e comandar, cobrança, etc. Tem sido tempos interessantes.

Aí que mora a questão. Volta e meia me indago sobre minha utilidade no universo. Embora eu esteja amando a pesquisa que estou, ela ainda não é aquela que eu quero. Eu realmente quero contribuir para o mundo, quero pesquisar algo que um dia alguem vá dizer: Ele estava a frente, ele queria um mundo melhor.

Não é o que estou fazendo! Porém ainda não é meu lab. Então fazer o que? Isso me atormenta. 

Eu não estou pesquisando soluções para as mazelas da humanidade. Eu não estou tentatando melhorar a educação, eu não estou tentando ajudar a progredirmos na direção que eu acho importante seguirmos. E isto me angustia. Muito pior, sirvo aos interesses de grandes companhias, que não visam nada além do lucro. Se minha pesquisa atual der certo o que vai acontecer? Uma sofisticada tecnologia chegará as mãos daqueles que podem pagar por ela. Alguém vai lucrar muito com isso, e nada além de uns meros artigos isto irá me render. Nem mesmo isto será de ajuda aos mais necessitados. Puro interesse industrial. 

Isto me angustia, me angustia muito, eu sei, minha única leitora irá me dizer o que ela sempre diz: RESPIRA! Isto vai passar. Mas tenho medo de que isso não passe. O mundo ao que estou inserido oferece outro mundo para que pessoas dedicadas permaneçam sobre suas garras. Modéstia a parte, dedicação nunca me faltou, assim como o terrível defeito que herdei de meu pai: Lealdade extrema.

Eu sei, eu sei, é uma fase, mas fases podem durar uma vida inteira, e eu não gostaria de olhar para trás e ver que meu suor e meus pensamentos serviram apenas ao interesse de algumas companhias e não ao bem de todos…Confere produção?

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O que eu tenho a dizer sobre o beijo dos personagens Félix e o outro lá na novela das oito, que acho que passa as nove na Globo? Nada, tem mimimi demais, apoiando, apontando,e o pior de tudo julgando. Mas meu amigo Obama tem algo a dizer sobre os julgamentos em geral. E acredito que estas seriam as palavras mais acertadas em qualquer momento que Julgar parace mais importante que pensar.

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Estes Ordinários Zumbis

Sou eu uma pessoa ordinária?

Há algum tempo atrás eu vi uma charge onde havia um cara no topo de um carro com um tocha, rodeado de zumbis. Na charge dizia ”Onde você pensa que vai estar em um apocalipse zumbi” com uma seta apontando para o cara no topo do carro. O quadro seguinte mostrava a mesma figura porém dizia “Onde você realmente vai estar” apontando para um dos zumbis. 

Em nossa mente sempre pensamos que somos especiais. Há uma incrível mágica ilusão que fica a dizer ”Você é diferente dos demais, você não é comum, você é extraordinário”. Mas em momentos como eu estou vivendo agora, esta ilusão não passa de uma leve fumacinha, sendo esbaforida pelas narinas do monstro chamado Ego.

Você almeja ser um grande cientista, você quer mudar o mundo, você pensa que têm potencial. Você sonha com uma vida confortável. Você quer um futuro seguro, um lugar legal, e de vez em quando visitar alguns lugares diferentes. Você quer alguém ao seu lado para viver este sonho e desfrutar da tal da felicidade.

Na verdade estes são os anseios gerais da nação. Qualquer pessoa quer isso. Será que sou nada mais do que um dos zombis? Será que minha vida não terá um significado maior do que satisfazer meus próprios anseios? Minha pesquisa ou minha profissão vai realmente fazer a diferença na imensidão do caos da realidade? Estou eu fazendo meu papel ordinário como membro da espécie? Será que não estou desperdiçando recursos e potencial com coisas tolas que somente terão significado para aquele monstro chamado Ego?

Crise existencial no final do doutorado. Minha mente está vindo com uma haviana número 48 e dando na minha cara, com o lado das tiras pegando mo meu rosto deixando uma marca de V. Qual será o meu legado? Porque eu preciso deixar um legado? Porque eu não abdico disto para ajudar a salvar vidas? Porque eu não estou no meio do deserto levando água para quem tem sede?

Será que lá quando eu estiver com meus 90 anos, e eu estiver sentado em uma cadeira, no meio de uma noite chuvosa, repensando as poucas memórias que me restarem. Será que eu direi que os pulsares do meu coração valeram a pena?

Não acredito que passar 1/3 de minha vida à serviço da burocracia possa ajudar a nossa espécie, ou contribuir para um mundo melhor. Não acredito que pensando somente nos meus próprios anseios eu seria uma pessoa extraordinária. Não acredito que eu estaja segurando uma tocha, nem mesmo tenho fogo ainda para acendê-la.

Toda esta ânsia, por carreira, apartamento, uma vida estável, um lugar para viver, um cachorro, um gato, alguns carnês e muitos impostos. Isto me parece apenas uma fumaça, um bocejo, um redemoinho de vento que se esvanesce, restando apenas poeira no chão.

Eu não quero ser um zumbi.

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Saudades ou tempos de segurança?

Saudades, sim, parece que sim.

Hoje bateu uma saudade dos tempos de confusão, dos tempos que eu anda confuso e chorando as pitangas pelos cantos. Não sei, os poucos que realmente me conhecem sabem que curto uma melancolia.

Hoje, cavei e encontrei um momento melancólico, na verdade achei vários. Especiais, tristes, absurdos. Mas de todo modo serviu de alimento a um coração de um estranho. 

Parece mentira como as coisas mudam. Fico triste por algumas, especialmente por aquelas que mexendo no meu baúsinho da confusão,fizeram-me triste. 

Sinto falta de nossos longos papos, de nossas bricandeiras absurdas. Mas cada um  toma um caminho ao qual julgamos que a felicidade está. Eu acho que estou neste caminho, e me parece que minha contraparte está também. 

Estamos a conversar muito pouco, na verdade estamos a conversar quase nada. Mas sinto que queres me dizer qualquer coisa, sinto que queres falar de alguma angústia que te aperta, e sinto por não estar aí te ouvindo.

Aqueles tempos confusos, nos faziam confusos, mas nunca nos deixaram tão distantes como estamos agora. Sinto saudades de sua amizade.

Talvez, como sempre eu esteja apenas balbuciando palavras confusas, sem nexo ou localização históricas. ou não, Talvez seja o final de ano, época terrível para mim e terrrível para você. Para mim continua terrrível, mais do que nunca. Espero que melhor para ti. talvez eu até imagine o porque da tua distância, mas não atrevo-me a julgar ou reclamar, eu mesmo já me distanciei da mesma forma.

Vivos tempos de insegurança? Não sei, acho que quero encontrar a insegurança, em um apelo ao eu do passado, aquele dos tempos confusos. Talvez o que eu deseje lá no fundo não seja esta segurança que tanto me falava. 

Tu me dizias que só querias isto que tens agora. Eu te dizia que tu iria encontrar, tanto eu dizia que você encontrou. Eu dizia que não queria o que tenho agora, mas parece que o que tenho agora é o que não quero ficar sem. Ambos perdemos nossas identidades que exibíamos um perante o outro. E ficamos perdidos. Sem saber o que fazer com o que restou. Na dúvida adotamos a distância. Não gostei disto, mas talvez é por isso que está dando certo para os dois. 

Será que nosso karma irá ficar para uma próxima encarnação? HaHa, seria hilário se não fosse trágico. Que fiques claro, este Capitão andou muito, some, volta, mas nunca esquece de quem é importante para ele. 

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A Flauta

Não sei o que dizer, mas acho que estou apaixonado. Sim, há tempos não publico aqui, sei que meu último post eu prometi ser mais frequente. Mas é que tenho um milhão de desculpas pra justificar minha ausência e todas elas exibem um cartaz escrito ”bullshit’. Então pouparei nosso tempo.

Ouvi dizer que más linguas andam dizendo que o tumblr. é um lugar triste. De certo modo eu concordo. Contrário ao Facefuck, aqui não há vidas maravilhosas com poneis cor-de-rosas para serem exibidos uns aos outros. Pelo menos eu só venho aqui quando tenho algo realmente interessante a dissertar [ou que eu acredito ser interessante], ou quando eu estou triste, e de certa forma escrever alivia minha tristeza. 

Bem verdade que eu não tenho andado muito triste. Bem verdade que minha vida não tem havido espaço para dissertar sobre coisas interessantes [do ponto de vista mediano da vida comum]. Bem a ladainha das desculpas começou, vamos lá foco.

Estou apaixonado. Desde que mudei de volta ao Brasil, em meu novo apartamento [alugado, sim não sou tão pobre para um minha casa minha vida, nem tão ”rico” para um financiamento] me deu uma grata surpresa.

Há uma flauta, [pra não especificar o gênero, afinal eu não sei] em meu prédio. Que em pontos fortuitos do dia e da semana cantarola para mim lindas canções. Do clássico ao pop, lindas. Em uma harmonia infinita.

Belos momentos tenho tido, e quando ouço o chamar da flauta me pego as janelas, olhando para todos os lados, tentando descrobrir qual ser mágico tranforma momentos do meu dia em intervalos prazerosos de sonoridade urbana.

Estou apaixonado por um ser mágico que nem mesmo sei onde está o que é, mas sei que cada vez que ouço seus doces resmungos transversais, meu coração fica batento mais forte 

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Manifesto sobre o Manifesto - ou, Somos todos Mal educados?

Como qualquer um nesta época, acordei confuso, cheio de pensamentos. Saí para uma caminhada no parque. A internet tem bombeado tanta informação que é bom sair pra refletir sobre o que lemos, nestes dias de incertezas.

Confesso que tenho muito mais de coxinha do que de revolucionário, mas sempre quis ser revolucionário. Não é minha culpa, eu acho. Criado por pais educados durante a ditadura, cresci sendo induzido a pensar que qualquer reação ou protesto é sinônimo de baderna. E qualquer pensamento diferente do senso comum me levaria a ser preso ou morto. Não é culpa deles também.

Enquanto surgem idéias fascitas em meio a indignação alheia, surgem também desconfianças de um golpe. Ninguém sabe de onde ao certo, mas o clima está para isso. Coincidências, padrões, segredos, revelações estão levando aos céus os conspiracionistas. Confesso que ando pensando o mesmo, mas o que quero é foco.

Umas três gerações estão indo para as ruas para protestar, niguém quer ser coxinha,todo mundo quer ser reaça. O que falta é autocrítica e discernimento. Várias pessoas mais habilitadas do que eu já expuseram os motivos, o estopin, e tudo mais. Não vou repetir. Mas a realidade agora é que: Esquerdistas, reacionários e revolucionários estão com medo do carácter desorganizado e não uniforme da massa. E não é à toa. O tão sonhado protesto em massa de muitos pode ser usado como ferramenta de manobra dos oportunistas.

A realidade meus amigos é que somos mal educados [tanto que nem sei se isso é com hífen ou não]. A grande massa não sabe história, a grande massa não gosta de política, é revoltada, mas não pensa muito bem nas consequências da palavra ou de sua revolta. A grande massa são o mesmos que compartilham diariamente fotos de bichinhos fofos, horóscopo e enviam correntes.

Mas não cabe aos esquerdistas, centro-esquerdistas, revolucionários ou aspirantes se retirarem do movimento. Não, mais do que nunca vocês tem um compromisso com o futuro do nosso país. Isso não é o problema e sim a solução.

Não cabe ao manifestante de carreira, denegrir, julgar, segregar ou boicotar. Caro reaça, você é o professor, você tem a experiência e você tem a oportunidade de educar e acessar a parte ”tô nem aí” da população. E acredite, contrário a outros tempos, desta vez eles irão te ouvir. Não deixe de ir aos protestos, não se segregre, e sim vá para o meio e espalhe seu aprendizado. Não importa se você não carrega uma bandeira, suas idéias é que importam no momento.

Sempre fui o chato que falava de política para meus amigos, e cada vez mais acho que devo aprender mais, e a cada protesto, a cada discussão, a cada ponto de vista diferente estou aprendendo e mudando idéias, tendo outras, adquirindo segurança. Meus amigos que odiavam política estão começando a se preocupar com o futuro do país e estão desenvolvendo um senso crítico valioso, E eu não quero que isso pare. 

Mesmo com risco de golpe, os protestos não devem parar. Não vamos perder a mais valiosa oportunidade de revolução de pensamento na história deste país.

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Qual é o problema agora?

Qual é o problema agora? Ontem fui dormir feliz, haviam ”tomado” o Congresso Nacional, as ruas das principais cidades estavam cheias de pessoas se Manifestando. Hoje acordei com políticos assustados, com mídia arrependida, com o povo discutindo e todo o lugar e dizendo ”é isso mesmo, tem que fazer isso”. Ao meio dia se multiplicam textos DISCRIMINANDO os manifestantes. Qual é?? Partidos estão com ciúminho que não querem bandeiras no meio?? Pouco me importa se o cara que ta ali do lado é coxinha, risólis ou pastel. Pouco me importa se é um cagão de 18 anos ou um de 81. Não me importa se é da classe média, da baixa, da periferia ou da burguesia. De repente vejo pessoas disseminando a desunião daquilo que demorou tanto tempo para ser unido. E daí que o fulano não esteve desde o início, me importa que ele veio junto comigo lutar, e que ele vai trazer mais gente. E daí se ele não quer quebrar o pau? Eu sou pacifista, e daí? Eu ainda vou gritar, eu ainda vou pra rua, e ninguém vai botar o dedo na minha cara dizer que eu não me importo ou que eu não devo estar ali porque eu não sou de partido algum. Todo ativista sempre reclama que ninguém se importa, quando uma geração de preguiça resolveu levantar a bunda vocês querem mandar eles de volta para a frente do computador? Ainda grito: VEM PRA RUA!!!!!!!!!!!!!

A VIDEO

carbonointuitivo:

Pela redução da passagem, 13/06/2013, Porto Alegre.

Fotografia: Maytê Cristine

Aproveitando estas lindas fotos da Maytê e a publicação do carbonoinuitivo, estou procurando na web um portal ou uma entidade que poderia nos comunicar e ser uma central de informações à quem quer participar, especialmente aquele que de ultima hora decidiu e resolver dar uma olhadinha na web para ver que onde vai ter, onde vai começar e tal.

Não estou encontrando algo que ajude muito. Ta tudo meio desencontrado e precisamos sempre procurar muito para encontrar uma informação valida. Acredito que pelo futuro do movimento poderiamos ter um portal de protestos, Algo do tipo como um mapinha do Brasil interativo que indicasse quais cidades está acontecendo, como será, onde começa e como foi. Talvez ajudasse a divulgar e aumentar o movimento.

Reblogado de Carbono Intuitivo
A VIDEO

Porto Alegre 13/06/2013, o dia que a cidade parou.

Porto Alegre 06/13/2013, the day that the city stopped.

Estou feliz por testemunhar em minha juventude um país se levantar e olhar para ele próprio de forma crítica. Estou mais feliz que isto está se alastrando de modo exponencial. 

Será que manteramos o mesmo vigor? Será que iremos seguir e continuar as nos movimentar. Os governos estão começando entrar em pânico. Estão começando a se perguntar ”e se isso continuar?”.

Também me pergunto. Peguem suas armas [caneta, cartaz e teclado] e vamos a revolução. Vamos fazer por nossos filhos o que nossos pais e avós fizeram por nós. 

Reblogado de my lips your poison
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Mudamos, e mudaremos mais ainda

Este blog mudou.

Sei que tenho poucos leitores, confirmados só eu e minha amada de outra vida. Mas há tempos que ando querendo reformular este espaço [na real desde que começei].

Por muito tempo isto foi um espaço de mimimi, depois virou espaço de fotografias [que eu fotógrafo frustado tirava] e depois voltou a ser mimimi, e então devido a falta de tempo, virou em saudade.

Lá no antigo blog asmemóriasdeumcelular haverá uma duplicata Capitão Minuano. [http://capitaominuano.blogspot.com.br/]

Porque Capitão? Bem capitão lembra autoridade, mas lembra também revolta e liderança. Bem sempre fui um anarquista, esquedirsta à paisana. Nascido em um lar de direita, era como mais uma coisa a acrescentar na lista de desgostos da família.

Porque Minuano? Porque adoro o vento, porque sou do sul, e quem conhece a palavra, Minuano á o nome do vento que vem do sul e traz as tempestades e as frentes frias.

Juntando tudo, o Capitão Minuano vem do sul para tentar ajudar a revolucionar. Especialmente nestes tempos de mudança de mentes, onde uma geração ou duas, começaram a acordar e ver que todos somos responsáveis pelo futuro deste país.

Mas calma, não vou sair numa explosão de idéias, filosofia e extremismo. Aos poucos o Capitão vai aparecer, provavelmente este espaço será de opinião. Para onde vai seguir, bem isto vai depender do vento.

Que venham as tempestades, minha nave está pronta para domá-las